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Metrópolis é um filme que tem tudo para ser bom.

Por ser um filme mudo, você tem que estar no clima para conseguir assistir até o fim, mas vale a pena, porque a ideia central é fascinante. Eu devo ter tentado assistir umas 5 vezes. O que dificulta mesmo é a música que não para 1 segundo. São 1 hora e 58 minutos com praticamente o mesmo som de fundo.

O filme no geral é bem parado, as coisas só começam mesmo à acontecer a partir de 30 minutos de filme. Por algum motivo, a parte do amor, me lembrou Romeu e Julieta. O pobre e o rico. O amor impossível... É um filme bem teatral, para quem gosta, ou frequenta teatros, é uma boa pedida. Eu apoio uma regravação de Metrópolis nos dias atuais, até porque, o tema é atual, vivemos isso hoje em dia. E nem todo mundo tem paciência de assistir à filmes em preto e branco, muito menos, mudo.

Parece uma comparação bem vaga, mas me senti lendo um livro ilustrado. O filme narra quão estúpido pode ser o ser humano, quando este pensa apenas em si. O mais interessante é ver como as pessoas imaginavam o mundo do futuro em 1927 com máquinas voadoras e passagens suspensas.

Fica a dica para quem gosta de ficção científica.



morte-subita-jkrowling-capaO pior do ser humano.

Os personagens de Morte Súbita são daquele tipo que, por mais que você queira, você não consegue odiar, porque eles são reais. A história começa com a morte de Barry Fairbrother, conselheiro distrital de Pagford. Barry lutava por Fields, um bairro pobre, permanecer em Pagford, mas a grande maioria era a favor dele ser devolvido à Yarvil, a cidade ao lado. Neste bairro fica localizado o hospital para dependentes químicos, que para grande maioria da população de Pagford, são uma ameaça à paz e harmonia do vilarejo. Resolvi separar por família para ser mais fácil explicar:

Kay e Gaia. Mãe e filha que se mudaram de Londres para Pagford devido ao relacionamento de Kay com Gavin, que trabalha com Miles Mollinson, que entra na disputa para tomar o lugar de Barry no conselho. Miles é filho de Howard Mollinson que é totalmente contrário às ideias de Barry. Howard é casado com Shirley, a velha fofoqueira da cidade e sócio de Maureen, outra velha fofoqueira da cidade. Miles tem uma esposa, Samantha, e duas filhas que não fizeram diferença direta na história.
Simon e Andrew Price, pai e filho que tem um relacionamento difícil, se é que aquilo pode ser chamado de relacionamento. Na família também temos Ruth, mãe submissa e Paul o caçula que mal aparece, e quando aparece, é para levar esporro do pai. Simon é o tipo de pessoa que acha que o mundo gira em torno do seu umbigo e juro que torci para ele morrer, ou ir preso na melhor das hipóteses. Quase junto à família Price, temos a família Wall, devido à amizade de Andrew e Stuart Wall. Adolescente e rebelde sem causa, filho adotado do vice-diretor da escola Colin Wall, o pai da família, que tem problemas psicológicos e a mãe, que também trabalha na escola é a ponte entre os dois. Stuart nos leva à Krystal Weedon, menina problema, que mora em Fields, bairro pobre de Pagford. Filha de Terri Weedon, que é viciada em heroína e irmã de Robbie, garotinho de 3 anos. Kay é a assistente social temporária da família.

Na família Jawanda temos Parminder médica e Vikram cirurgião e seus três filhos, focando em Sukh, a filha do meio. Na escola é a garota estranha, que sofre bullying, é cheia de problemas de auto-estima e tudo mais.

Morte Súbita é contado de forma que mostra vários acontecimentos paralelos, ligados direta ou indiretamente entre si. No geral, eu gostei do livro, o único problema são os personagens, porque todos foram muito bem construídos, por isso mesmo você conhece toda sua personalidade, o que várias vezes me deixou com raiva, ou frustrada, ou chorando.

O livro do começo ao fim é bem parado. Não é de se surpreender, pois é como se você estivesse lendo um relato sobre uma cidadezinha do interior. E é isso mesmo. Temos muitos personagens e é o tipo de história que não dá para se apegar à nenhum. São todos humanos, todos cometem erros humanos e têm problemas com os quais nós mesmos lidamos no dia-a-dia. Neste livro você encontrará de ladrões à estupradores, mas este não é o foco. Eu pessoalmente, senti falta da abordagem política, e olha que nem sou ligada a este assunto (deveria, eu sei), e ao terminar, ficou aquele gostinho de quero mais.

E agora? E as questões políticas? E Fields? Fica em Pagford? É devolvido para Yarvil?



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O melhor musical que eu já vi na minha vida até hoje! Eu sou uma pessoa musicais, não é por nada que amo filmes da Disney, cresci assistindo High School Musical, então falou em musical, traz a pipoca e o refrigerante: vou sentar para ver! Resumindo o filme? Amei! O filme é uma mistura de todas as coisas fofas, engraçadas e divertidas jogadas em um liquidificador e assim surgiu Cantando na Chuva! Uma das coisas mais interessantes do filme foi ver a retratação da transição do cinema mudo para o cinema falado, ver ali um pouco da história do cinema, só que contada de uma forma, digamos, feliz!

O.K. Sou suspeita para falar, musicais definem minha vida, se eu pudesse ver apenas um estilo de filme para sempre, eu escolheria os musicais. Cantando na Chuva é um filme que te deixa de bom humor, querendo cantar, dançar, pular, gritar e rir na chuva (e eu fiquei mesmo). Aqui vai a cena mais famosa do filme só para você sentir a vibe!

Teve uma parte que eu fiquei pensando como foi possível fazer aquela edição em 1952, não vou contar, mas se você já assistiu ou caso você assista ao filme, vai saber do que eu estou falando. É impressionante. Pelo menos foi para mim, leiga da tecnologia, mas aquilo foi em 1952! Como fizeram aquilo? Como? Enfim. Cantando na Chuva entra para lista de filmes da minha vida!

É o que dizem: "some people feel the rain, others just get wet.", fica a dica. A música tema, Singin' In The Rain, que dá nome ao filme, remete muito à isso. É levar a vida de uma maneira leve e simples. Não ver na chuva uma coisa horrível que vai estragar seu dia porque, meu deus, eu estou de chapinha! É fazer da chuva uma coisa boa. Metáforas e reflexões, hahaha! A vida é mais simples do que parece, tire um dia para cantar e dançar no meio da rua durante a chuva, nem que seja de madrugada para ninguém te ver. Não sei porque eu mesma ainda não fiz isso!


Qual é a melhor forma de aprender a cozinhar? Com a mãe? Com a avó? Com tutoriais no youtube?Faço parte do time que não sabe cozinhar, mas diferentemente das pessoas normais, ao invés de fazer arroz ou feijão, separei 32 receitas de 5 nacionalidades diferentes. Essa ideia foi mais para me incentivar a aprender, só que de uma forma bem diferente do usual, afinal, se eu consigo fazer um Coq au Vin (e espero ter francês suficiente para conseguir pronunciar o nome desse prato daqui dois anos), consigo fazer qualquer coisa. 

O prato de hoje é o Nachos Mexicanos, que não é uma comida difícil de fazer, basta ter os ingredientes certos e voilà! Deu para perceber que tentei fazer um desenho bonitinho com o queijo cheddar, mas não deu muito certo... 

Comida mexicana não é para os fracos, hein! Haja tempero. E só de olhar para o Doritos já fico satisfeita. Esta opção é uma boa pedida para comer no lanche, sabe aquele sábado, sentado no tapete da sala, assistindo seu filme favorito no DVD? Troque a pipoca pelo nachos e seja feliz. A receita é super rápida, em média uns 30 minutos, o que vai demorar mesmo é fritar a carne, dependendo do seu fogão (e não faça como eu: não esqueça de descongelar a carne no dia anterior, poupa tempo e paciência). Outra coisa é, se você quiser usar o próprio Doritos para pegar a carne, o molho e o queijo, vale fazer a distribuição dele diferente na forma ou comprar alguns pacotes extras, e ele fica meio murcho por ficar em baixo. 

Se interessou? Aqui a receita

A próxima aventura culinária continua no México e é o Arroz Mexicano!