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Um filme divertido e reflexivo.
O Sétimo Selo faz você rir em várias partes, mas te faz refletir em várias outras mais. Você fica nesse vai e vem de emoções o filme todo. Com um enredo baseado em desafiar a morte,  O Sétimo Selo questiona a existência de um deus e retrata a Morte como a única coisa realmente certa na vida. 
Você acompanha a jornada de um cavaleiro em um jogo de xadrez com a entidade, onde a Europa está sendo devastada pela Peste Negra. Metáforas de frases curtas e abstratas resumem este filme, te fazem pensar nos porquês, e vários questionamentos existem até hoje, como se deus existe, por exemplo. 
O filme demora um pouco para chamar a atenção do espectador, mas aos poucos ele te prende à história de uma maneira a qual você não consegue sair de frente da tela até descobrir o final. Um filme brilhante. 

Esta é minha mão. Posso mexê-la. O sangue pulsa nela. O sol está alto no céu e eu, Antonius Block, jogo xadrez com a morte. 
É muito complicado falar de um filme assim. Pelo menos para mim. Eu consigo assistir à um musical e chegar aqui falando o que achei das coreografias, das canções, mas em filmes como O Sétimo Selo eu posso ficar horas pensando na experiência de vê-lo, que não vou chegar a conclusão nenhuma. É ver para entender onde todas as críticas, positivas ou negativas, querem chegar. 
O Sétimo Selo é um filme para ser visto com paciência, porque além de ser sueco, ele é bem lento e em preto e branco, mas depois que você termina dá aquele ar de missão cumprida.

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