Volume [#1]


Somos apresentados a Negi e conhecemos um pouco de sua história. Ele é um mago em treinamento que vai para o Japão dar aulas de inglês. Não se deixe enganar pela sinopse. Negi tem apenas 10 anos. Ele já começa a história se metendo em confusões e toda vez que ele espirra, roupas desaparecem. Até ai tudo bem.

Além de Negi somos apresentados a outras personagens. No primeiro volume as mais presentes são Asuna Kagurazaka, estressada porém legal, Konoka Konoe, neta do diretor geral da escola, Nodoka Miyazaki, bookworm, e Ayaka Yukihiro, representante da classe, chata e irritante. Sim, no primeiro volume já me apeguei a personagens, apesar da história ser meio parada devido as apresentações, isso me deu vontade de continuar.

Volume [#2]


No volume dois temos um pouco de aprofundamento nos personagens, mas quando digo pouco, é bem pouco mesmo, o foco é mais no Negi. As coisas não são tão bagunçadas como no primeiro. Enquanto no primeiro volume temos várias coisas acontecendo ao mesmo tempo, aqui o enredo tem uma sequência, com começo, meio e fim. Não temos mais apresentações, apenas o cotidiano do colégio. Os poderes de Negi estão ficando mais fortes como é de se esperar, mas não é nada muito surpreendente. Entendemos um pouco mais do que é ser um Magister Magi, mas o autor não deixa claro quem é esse mestre que Negi tanto admira. E a comédia continua.

Volume [#3]


Dessa vez a história se passa no paraíso de qualquer leitor. Negi e as Baka Rangers, suas piores alunas, vão parar em uma Ilha Biblioteca, cujo o nome é auto-explicativo. Neste volume elas estão estudando para as provas finais, surgiu um boato de que se a turma de der mal mais uma vez nessas provas ela será desfeita e todas voltarão para o primário e Negi será demitido, então eles resolvem ir atrás de um grimório mágico para lhes dar inteligência. O mangá continua leve, cheio de mistérios e ganchos. O que será que o diretor tem a esconder?


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