Desde esse texto da Thais coloquei como meta pra minha vida nunca mais falar como esse dia/mês/ano passou rápido, mas fevereiro já acabou, COMO ASSIM?

Só coloquei três coisas urgentes pro primeiro semestre de 2015, uma delas mais urgente ainda porque tem prazo e o prazo é abril, e como você viu no 101 em 1001 quero fazer uma coisinha antes do 21: viajar sozinha. Outro prazo. Tenho até julho e poucos feriados. O que aconteceu com os últimos dois meses? Eu nem lembro o que eu fiz. Numa dessas vem a vida e te atropela.

Falei que em 2015 queria viver intensamente, mas não de forma tão intensa. Me referi a momentos, ok? Hahaha. Estou achando divertido a forma como estou levando esse ano, eu desacelerei pra curtir todos os momentos da melhor forma possível, sem surtar. E gosto de ver o rumo que as coisas estão tomando. Me sinto segurando pra valer as rédeas da minha vida pela primeira vez. Não digo que me sinto adulta, só no controle. É legal. Todo ano eu começo a pensar no próximo aniversário, o somar de mais um número e pra mim, meus anos mudam no meu aniversário, não na virada do dia 31 de dezembro.

Eu passo a maior parte do dia fora de casa, não que isso faça o dia passar mais rápido, porque não faz. Quer dizer... depende do ponto de vista. O que quero dizer é que, quando não saio de casa, não vejo a vida passar. Eu tô sempre de cabeça cheia, planejando, contando os dias, as horas, trabalhando duro, estudando, dando meu melhor e não desligo nem de madrugada. Faz tempo que não sei o que é um boa noite de sono. Se não bastasse, quero sair. Enfim. Mas quando estou na rua parece que a vida passa igual um flash.

Estou correndo contra o tempo com o prazo de abril, que na teoria seria março. MARÇO! Mas igual falei ali em cima, desacelerei. Meu maior erro sempre é querer fazer demais, ao mesmo tempo. Aprendi que sou uma só. Dá sim pra fazer tudo, mas não ao mesmo tempo. Calm down. E nessa correria (correria?) vou levando a vida. 2015 levou a sério quando falei que queria viver intensamente.

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