Alguma coisa aqui dentro esta borbulhando. Eu acabei de sentir uma vontade doida de escrever, e eu nem sei sobre o que. Não preciso de um tema. Só preciso escrever.


Sobre você, o que você faz, o que você me faz sentir, não que eu estivesse pensando em você, tenho mais o que fazer. Você olha pra mim, eu olho pra você, e só. Eu não queria. Antes de te conhecer eu já tinha "criado" essa tal regra que por fim virou lei, mas que no fim, não chegou a ser cumprida: "Nada de paixonites esse ano!" Diz isso pro meu coração, o senhor paixonite.


Ele não sabe, ninguém sabe. Ok, algumas pessoas sabem, mas não sabem, duas pessoas sabem um pouco mais, mas só eu sei que é ele, realmente ele. Eu tento negar, mas me diz se eu consigo. Ninguém merece, eu não mereço. Eu não queria ter te conhecido.

Qual escolha eu tenho se cheguei a escrever uma música só pra ele? É só uma letra, mas e daí! Ele conseguiu me deixar maluca, e nem faz ideia disso. Eu não vou contar pra ele. Eu desencanei, ou tentei dizer isso para o meu coração, mas o senhor paixonite não me escuta. "Você vai ver que é fácil, ouvir o coração. Você vai ficar bem, isso tudo faz parte." Ah, tá bom, eu vou quebrar a cara se ouvir tudo o que meu coração diz ao pé da letra. E nem me venha com "você nunca vai saber se não tentar", porque eu não quero tentar, não agora.

Eu só quero poder olhar pra ele sem ficar corada, com o coração disparado, com os olhos brilhando, com um sorriso bobo no rosto, pensando: "Poxa, você não faz ideia do que esta aprontando comigo colega."

Esse post faz parte do marcador Textos Perdidos, textos que escrevi entre 2010 e 2012 que se perderam por aí, mas que eu gosto tanto que resolvi resgatá-los.

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