Pode-se dizer que a cara que meus pais fizeram quando eu arrumei meu primeiro emprego lá em 2011 foi de alívio. Não sei se é genética - ou simplesmente exemplo, mas gosto de trabalhar. Eu nem diria trabalhar, diria estar em constante movimento, e o fato de trabalhar mas ainda morar com os pais me ensinou algumas coisas e hoje eu decidi compartilhar por aqui. A primeira delas foi a controlar o meu dinheiro. Eis a foto da primeira coisa que comprei com meu suado dinheirinho:


#arrependimentos. Demi amiga, te amo sua linda, mas o Unbroken é um CD bem descartável. Saudades Don't Forget. Saudades Here We Go Again. Voltemos ao assunto. Eu tinha 17 anos e meio salário para gastar da forma que eu quisesse. E o que eu fiz para controlar o meu dinheiro? Aprendi a usar o meu banco online, o Excel e anotar as minhas contas. Ainda hoje levo alguns sustos, acontece. E de longe independência financeira é a parte mais legal de trabalhar porém continuar morando com os pais. É o poder de comprar o que eu quiser na hora em que eu quiser. 

Eu precisava de um baú para guardar meus livros, fui lá e comprei. Precisava de um tênis novo, fui lá e comprei. Quero ir ao cinema duas vezes esse mês? Posso ir tranquilamente porque é o meu dinheiro e ele está lá para que eu possa usar da maneira que eu quiser - ou simplesmente não usar. E é aí onde as pessoas pecam. Ao morar com os pais você não tem grandes necessidades, não paga aluguel, não tem contas de água, luz ou telefone para pagar, talvez você ajude em casa mas não precisa manter toda a casa e por isso entra no ciclo de receber e gastar o salário na mesma semana,e no final do mês não faz ideia de onde foi parar o seu dinheiro. De vez em quando sinto vontade de sair de casa, mas por enquanto não vale a pena. Claro que tenho que dar justificativas de onde vou e se volto, mas ser meio independente é bom e te ensina muito sem quebrar demais a sua cara. 

O tal do controle financeiro


Uma das minhas metas para esse ano é viajar e isso quase aconteceu no começo do ano, mas por motivos de força maior como você viu no resumo do mês de abril, não deu. E minhas dicas para guardar dinheiro são bem simples - e não envolvem o fato de eu ser naturalmente pão dura: metas, tempo e valor. Saiba o que você quer, quando você quer e descubra quanto você precisa. Eu vou me usar como exemplo. Eu quero viajar - essa é minha meta. Em dezembro - esse é o meu tempo. Agora eu só preciso escolher o local para que eu possa fazer um levantamento de quanto vou gastar aproximadamente do final - esse é meu valor. Depois de descobrir quanto eu preciso para efetivar essa viagem eu vou dividir esse valor pelo meu tempo - e isso é o que eu preciso juntar por mês para chegar ao valor estipulado. E foi isso que eu queria ter aprendido desde o começo. 

Anote todos os seus gastos do dia-a-dia, dos pequenos ao grandes. Faça listas de coisas que você precisa - de necessidade mesmo, e outra coisas que você quer - o supérfluo. De contas que você paga todo mês às comprinhas de final de semana. Depois de tudo anotado, jogue em uma planilha, agenda ou onde for melhor para você e veja onde você está gastando mais, e reflita sobre aquilo. Você realmente precisa comprar uma pilha de livros todo mês? E por fim, depois de conhecer os seus gastos basta transformar parte deles em investimento e deixar aquela quantia guardada na poupança. Crie metas para si mesmo, use 10% do que você recebe, adeque à sua realidade. O que me ajudou bastante no começo foi a planilha disponibilizada pela Fran no Morando Sozinha, hoje eu adaptei para a minha realidade e ela continua funcionando perfeitamente. Mas isso não te impede de você mesmo criar uma planilha no Excel!


Depois que eu passei a transformar sonhos em projetos eu percebi que a minha vida finalmente começou a andar no rumo que eu queria. E que ser organizado é legal e ajuda bastante. Quais suas dicas?

Uma das coisas que está na minha wishlist fotográfica há muito tempo é uma lente 50mm, mas enquanto não posso investir na cinquentinha resolvi brincar com a 18-55mm presa em 55mm e deu nessa postagem. Para começo de conversa digamos que eu precise de um tripé.







Alguém assisti OITNB? Eu poderia facilmente ser a Crazy Eyes na primeira foto. Eu não consegui focar a maioria então a segunda foto virou essa... coisa. Mas eu gostei do efeito final (essa é a cara que eu faço toda vez que alguém fala m. "I just rolled my eyes so hard, I saw my brain"). A terceira foto levemente inspirada em Através do Espelho e o que Alice encontrou por lá. As duas últimas em clima de festa junina (vim só pela comida).  Passado a parte narcisista do dia porque nem só de auto-retrato pode viver uma pessoa.



Frames do meu mural. "Dedicated to everyone who wonders if I'm writing about them. I am". Queria descobrir de quem é essa frase. Algumas coisas do booktube e esse mamute/elefante com a raposinha, minha ilustração favorita. Além do meu quebra-cabeça do Homem-Aranha e analógicas do meu gato. I'm a cat person.




Por fim o chapéu voltou pra ser fotografado além do caderno lindo e personalizado disponibilizado pela Fran do blog Morando Sozinha em parceria com a lojinha Donna Dolce. Ele é muito fotogênico <3 além de lindo e funcional. Eu fiz muitas outras fotos mas vou parar por aqui, quem sabe eu volte um dia desses com a parte dois. Até a próxima!


O post de hoje é bem simples: imagens que por algum motivo eu favoritei no Flickr. Estou passando por mais um daqueles bloqueios criativos por dois motivos - gastei todas as minhas ideias e não reabasteci e estou tão ansiosa com c e r t a s coisas (falo mais sobre isso depois) que isso me leva a procrastinar. E em mais uma dessas procrastinações me peguei rolando a timeline do Flickr e me deparei com meus favoritos. Nessa decidi transformar essa inspiração em post pra ver se levanto da cadeira e resolvo sair para fotografar também.







Curiosidade do dia: toda vez em que fui escrever "via" nessa postagem meu cérebro transformava em "vida". Tsc. De longe uma das pessoas mais inspiradoras do meu Flickr é a Melina, a atmosfera das fotografias passam exatamente o que o nome do blog dela diz: serendipity


Infelizmente nem todo mundo libera as fotos para download, e eu entendo essa decisão perfeitamente, então as próximas pessoas eu vou simplesmente linkar pra lá, juro que vale a pena a visita! Natália Viana com seu projeto cheio de flores e Rona Keller com seus tons outonais - da primavera ao outono sou apaixonada pela fotografia dessas duas!


O que te inspira?


Sonhei que era você dormindo no colchão ao meu lado. Sonhei que era com você que eu ria e me acabava de sorrir dos nossos amigos. Sonhei com as nossas conversas sem pé nem cabeça que começam e terminam em pontos inimagináveis. Sonhei com aquele dia em que desdenhávamos o amor alheio e fazíamos piadas dos outros corações. Era dia dos namorados. Sonhei com aquele momento em que você desceu a escada do ônibus e ficamos quase da mesma altura porque você é muito alto - se bem que perto de mim, todo mundo é alto.

Sonhei com seus olhos cor de mel e com você dizendo que no sol do meio dia eles ficam verdes. Sonhei com o dia em que eu te conheci e logo ali você já me chamou atenção, com seu jeito peculiar e suas esquisitices mas principalmente a sua mente. Sonhei com aquela conversa em que compartilhamos a vontade de assistir filmes tomando uma Coca-Cola bem gelada e comendo pipoca no colchão no chão no meio da sala. Provavelmente uma maratona d'O Senhor dos Anéis acompanhada de brigadeiro de panela, porque você gosta de chocolate e d'O Senhor dos Anéis.

Sonhei com todas as referências que já fizemos e com todas as frases completadas simultaneamente como se nossas mentes estivessem conectadas. Sonhei com você dizendo que tenho sempre a palavra certa para a hora certa e falando que o que mais gosta em mim são os meus comentários - que era exatamente o que você estava pensando. Sonhei com outras vidas e talvez uma anterior onde compartilhamos átomos e hoje estamos aqui em corpos separados porque não poderíamos ser mais iguais ou mais diferentes. Sonhei com seu sorriso torto e seu olhar atento. Sonhei com seu aperto de mão firme e o seu sonoro boa tarde. Sonhei com tudo isso e continuo sonhando - e no fundo espero não parar de sonhar nunca.

Vou ficar flutuando para sempre, todos os meus átomos, até eu encontrar você de novo... E quando voltarmos a nos encontrar, vamos nos abraçar tão apertados que nada e ninguém jamais vai nos separar. Todos os meus átomos e todos os seus átomos... Nós viveremos em passarinhos e em flores, em libélulas e em pinheiros, em nuvens e naquelas partículas de luz que você vê flutuando em raios de sol... E quando eles usarem seus átomos para fazer novas vidas, não poderão pegar um, terão que pegar dois, um de você e um de mim. A Luneta Âmbar, Philip Pullman


Aí está um assunto que eu achei que nunca renderia pauta para o blog. E perdão pela piadinha no título, depois do resultado final eu não resisti. 

Por esses dias (na verdade esse texto está nos rascunhos tem quase um mês), eu, sem mais o que fazer decidi pegar meus batons (que não são muitos diga-se de passagem) e fazer alguns testes. Eu amo batom roxo e batom escuro no geral e eu tenho um batom da Abelha Rainha que seria perfeito se não fosse por um pequeno detalhe: ele é muito molhado. Daqueles melequentos que grudam e parece gloss. Além de que, quando você tira o excesso ele perde a pigmentação e vai virando um rosinha até desaparecer para sempre.

E eu tenho um batom lilás da Avon que me deixa com aquela boca "acabei de sair de uma piscina de água gelada no frio". Olá, noiva cadáver. Boca roxa é lindo quando não de deixa com cara de doente. Ele também seria perfeito se o fundo fosse mais rosa e não totalmente peguei uma pneumonia.

Então nesse dia em questão eu fiz esse teste e fiquei apaixonada pelo resultado final! Primeiro eu apaguei meus lábios com o corretivo da linha Intense d'O boticário, depois passei o batom da Abelha Rainha com vontade e sem medo da textura molhada dele, tirei o excesso em um lenço de papel, ajeitei alguns detalhes no canto da boca e vim com o batom da Avon por cima com a mesma vontade mas dessa vez sem exageros, principalmente no centro da boca. E voilá! O batom que eu sempre quis! Ficou uma cor que em lugares fechados fica roxo escuro, no sol alto fica rosa e na foto ficou lilás. Gostei.


Aceito indicações de batons roxos e escuros no geral aí nos comentários ;D Qual seu batom favorito?

Informações técnicas:
Batom da Abelha Rainha: Sweet Love, batom alto brilho, Vinho Strass 8473
Batom da Avon: Violeta Trendy, batom hidratante, B3104
Corretivo: linha Intense d'O Boticário cor 5



Talvez por ser tão fora do comum, não sou nem um pouco prática.

Quando criança decidi que queria ser veterinária, mas naquela época já aprendia um pouco de francês. Depois decidi ser astrônoma, por estar sempre no mundo da lua e com a cabeça virada para o céu. Ainda amo os animais e as estrelas, mas não quero fazer nada disso. Gosto de andar com a câmera em punhos e captar cada momento e fazer dele eterno. Não quero trabalhar disso. Sou viajante em todos os níveis. Mas sou turista e não profissional de turismo. Ou aeromoça. Ainda não andei de avião. E definitivamente não nasci para trabalhar de coque.

Tentei ser normal. Até comecei a faculdade. Larguei exatamente um mês depois. Não nasci para ser psicóloga de ninguém. Já sou louca o suficiente. Vou é deixar os meus pacientes loucos. Não sou uma profissional da saúde humana nem animal. Não estudo as estrelas, apenas as observo de longe. Não quero ser astronauta apesar de ser de lua. Sou um alien, provavelmente de Marte. Ou Plutão. Plutão. Ele está mais distante. Assim como eu.

Me encontrei afinal em algum lugar ali no meio... das expressões. Amei me apresentar para 60 pessoas em 2009, mas quero estar atrás das câmeras, provavelmente assim como estou agora, escrevendo.

"Por que você não escreve um livro?"

Calma aí mãe, um dia ele sai. E quem sabe até mais de um. Ou um roteiro.

Esse post faz parte do marcador Textos Perdidos, textos que escrevi entre 2010 e 2012 que se perderam por aí, mas que eu gosto tanto que resolvi resgatá-los.


Eis o tweet que inspirou esse post. High School Musical foi lançado em dezembro de 2006. Se você viveu em uma caverna nos últimos nove anos e não sabe do que eu estou falando, HSM é uma trilogia musical produzida pelo canal Disney Channel, os dois primeiros filmes para a TV e o último para o cinema. E essa sou eu tentando escolher oito músicas para voltar no tempo e fazer todas as dancinhas porque sim - eu ainda sei todas as coreografias. Aperta o play:

1. Start Of Something New: comecemos do obviamente do começo. Essa música é de quando Troy e Gabriella se conhecem e a magia acontece. O primeiro crush a gente nunca esquece e quem nunca quis ser Gabriella? Nessa época eu já shipava os dois sem nem saber o que era shipar, saudades Troyella/Zanessa.


2. Stick to the Status Quo: Disney não seria Disney sem uma mensagem de seja você mesmo escondida no meio da música.


3. We're All In This Together: não preciso falar nada, né? WE'RE ALL IN THIS TOGETHER ONCE WE KNOW THAT WE ARE WE'RE ALL STARS AND WE SEE THAT.


4. You Are The Music In Me: meu sonho é cantar essa música no karaokê com uma pessoa especial <3


5. You Are The Music In Me (Sharpay version): só está na lista porque esse é um dos pontos altos da Sharpay nos filmes. Barbie, diva do pop, efeitos técnicos e explosões no palco terminando com ela vestida de noiva - apenas genial.


6. Bet On It: a cena nos deu os melhores memes e a música reforça o seja você mesmo lá do primeiro filme, ouça seu coração, etcetera. E pensando com meus botões se Percy Jackson fosse mais velho daria um bom Zac Efron. Sim, nessa ordem.


7. All For One: festa na piscina, Miley Cyrus por três segundos no vídeo e aquele clima de fim de filme <3


8. Humuhumunukunukuapua'a: sem comentários. Até hoje eu não entendo por que tiraram essa cena do filme, mas que bom que ela existe e está na versão estendida.


9. I Want It All: enfim chegamos ao Senior Year e ao ponto alto dos irmãos Evans. Talvez eles sejam meus personagens favoritos na história toda (depois da Kelsi).


10. A Night To Remember (Sharpay version): suprise. Nunca - foco no nunca - roube a cena da Sharpay. Tiara aprendeu a lição.


11. O discurso de formatura do Troy: originalmente isso era uma playlist mas acabou virando um melhores momentos cheio de vídeos do YouTube. Lide com isso. E ignore as legendas em chinês. Once a Wildcat, always a Wildcat.


12. A música final: será que um dia vou conseguir assistir essa cena sem chorar? Provavelmente não. De todas as músicas dos três filmes, High School Musical é de longe a mais marcante de todas. E quando a cortina se fecha, bom, é como se fechasse a cortina da minha pré-adolescência junto. Quando o primeiro filme saiu eu tinha 12 anos e no último eu estava com 14, hoje eu tenho quase 21 e ainda amo HSM. Uma vez um Wildcat, amigos, sempre um Wildcat. E vídeo com legenda pra cantar junto, vamos lá!


E então eu encontrei essa lista no hollywood.com


É a chuva que eu ouço bater na minha janela? 
Chuva forte, relâmpagos e trovões. 
Olá! Que bom que você voltou. 
Mas não vá tão cedo, senti sua falta. 

Esse frio que você traz consigo me alimenta. Essa sensação de liberdade. A ventania interior. 

Poderia ser você? 
Talvez. 
Ou talvez não. 
Poderia ser qualquer outra pessoa, mas sou eu. 
E a chuva. 
E a tempestade interna que ninguém conhece. 

É em raros dias chuvosos que me encontro ao entardecer. 
Cada gota vem ao encontro de seu fim, o sol relembra a luz e o arco-íris da o ar de sua graça. 
Mas tudo não passa de uma metáfora. 
Me deixe ser tempestade e me faça história, só assim você conseguirá me ler. 

Já é noite e nada mudou. 
Ou mudou? 
A Lua esta em dúvida. 
Ela está cheia e eu cheia de cair. 
Ela está cinza e eu cansei de colorir. 
Um tijolo foi quebrado, um coração esmagado e eu ainda estou aqui. 

O vento joga meu cabelo pra-lá-pra-cá como se quisesse brincar. Olho para minha sapatilha cheia de glitter, "queria estar de tênis". O esmalte desgastado implorando o removedor e as unhas pedindo outra cor. 

Só mais alguns minutos... 

Esse post faz parte do marcador Textos Perdidos, textos que escrevi entre 2010 e 2012 que se perderam por aí, mas que eu gosto tanto que resolvi resgatá-los.

Tá aí um meme que muita gente já fez e eu resolvi fazer também de intrometida porque 1) faz tempo que não faço um meme; 2) ele é muito divertido. Vi primeiro no blog da Anna Vitória e quem criou foi a Karol Pinheiro :)

Decoração - miscelânia 
Ou um termo rebuscado para dizer mistura visual, ou bagunça (de vários temas). Minha parede ficou tanto tempo pelada que quando voltei a preencher meu mural até estranhei. Até hoje não encontrei uma decoração no Pinterest que realmente me representasse. Não me importo muito com a decoração das paredes, elas estando lotadas de livros já é o suficiente e nas prateleiras, lembranças de bons momentos e canecas - sempre. Essa seria a decoração perfeita pra mim.



Livros - fantasia é amor 
Eu ia falar Harry Potter, mas na verdade Harry Potter foi só uma porta de entrada para esse gênero (<3). A Terra Média é um lugar incrível, Fronteiras do Universo foi a melhor trilogia que eu já li na minha vida e novos autores conseguem fazer ótimos trabalhos.


Viagem - eu sou o rei do mundo \o/ 
Vamos desconsiderar o fato de eu nunca ter saído de Uberlândia de verdade, mas estou para mudar isso ainda esse ano #goals. Sou apaixonada por Paris desde criança, quero fazer intercâmbio para o Canadá e caçar a aurora boreal na Noruega, além de conhecer várias cidades menores porém cheias de história para contar como Salem em Massachusetts ou um dia quem sabe dar a volta ao mundo.


Música - pop/rock
Vou dar uma roubadinha básica e escolher um gênero invés de uma música específica. Eu sou bem eclética no se diz respeito a músicas e minha playlist no Spotify vai de Show das Poderosas a Jon Bon Jovi, então vou ficar no meio termo.


Sapatos - no outfit da vida eu sou a Kristen Stewart street casual style 
Faça chuva ou faça sol, seja festa de família ou faculdade, trabalho ou balada, no frio ou no calor: Converse All Star. Eu uso esse tênis desde meus oito anos de idade (!!!!!) e não pretendo tira-lo do pé tão cedo. Combina com tudo - tudo mesmo - e apesar da minha mãe me xingar de vez em quando, quando a gente vai sair e eu cismo de ir de All Star, amo esse tênis <3


Maquiagem - na maquiagem da vida eu sou essa lista do Buzzfeed
Para ser bem sincera eu quase nunca uso maquiagem. Não sei passar delineador, não sei fazer sombra, contorno, iluminação, necas. De vez em nunca passo um lápis nos olhos e um batom e quando quero alguma coisa mais produzida, uso base e corretivo. Minha marca digamos seria o lápis marrom para aprofundar os olhos e um batom da cor que eu estiver afim - isso vai de vermelho à roxo.


Ídolo - you're watching disney channel
Faz tempo que não uso a palavra ídolo. Nessa categoria preciso voltar no tempo e lembrar da minha fase entre 2008 e 2010. Eu sou cria de Disney e não nego - e os pôsteres atrás da porta também não. Cada uma dessas seis pessoas me inspirou de alguma maneira e eles me ajudaram a ser a pessoa que sou hoje. Valeu galera!



Doce - chocolate, o melhor amigo da ansiedade
Não importa se é brigadeiro, bolo, torta ou aquela barra comprada no mercado - chocolate é sempre a melhor escolha (a menos que seja amargo). E acompanhado de morango então <3 Vende esse potinho no shopping (sem esse morango saltando pra fora) e é uma delícia. Inclusive, quero.


Foto - tudo que meus olhos veem e que minha mente capta
Se você não sabe eu sou fotógrafa e por mais que nem sempre eu esteja com a câmera por aí meus olhos funcionam como lente e eu estou sempre trabalhando nisso. Obviamente, eu amo fotografia. Eu não tenho um tema favorito, tudo é desculpa para fotografar, mas eu amo fazer retratos e paisagismo - flores são amor.


Blog(s) - tell them stories
O Little Black Cloud foi o primeiro blog que eu acompanhei nesse mundo infinito que é a blogosfera, lá em 2010. Era um lugar para correr no meio da loucura que era a adolescência. E acompanhava religiosamente enquanto eu mesma desse lado escrevia minhas histórias. Infelizmente a Gabriela não posta mais, mas ela deixou o blog aberto para ser lido então vai lá desbravar aquelas páginas que eu tenho certeza que você não vai se arrepender.


E chegamos ao final do meme. Se gostou sinta-se a vontade para fazer também e me contar, vou adorar conhecer as coisas mais legais do seu mundo :) Até a próxima!


Você já deve estar cansado de saber que estou nessa vida de blogueira desde 2010. (E acho o termo vida de blogueira estranho porque sinceramente acho "blogueira" um termo muito pesado pra mim. Parece um trabalho, tipo, você faz o que? ah sou médica, sou publicitária, sou blogueira. Enfim, divaguei). Voltando ao assunto principal, eu estou aqui desde 2010 e nesses cinco anos eu consegui chegar a marca de cinco blogs. Pois é. Cada um tem uma carga emocional muito grande porque foram criados em épocas diferentes por motivos diferentes etcetc. E eu me peguei refletindo sobre eles enquanto as cinco abas me encaravam com olhar de julgamento. O que raios estou fazendo da minha vida? Parece exagero mas foi isso que eu pensei.

É difícil me acostumar com a ideia de que pessoas me leem e pode ter certeza que eu não posto todos os meus pensamentos aqui, é por isso que ainda mantenho o Desabafos e Lamentações que é citado lá na página sobre, meu primeiro blog. E enquanto escrevo esse texto no Evernote (sim, eu uso o Evernote para escrever, saudades Word), um lado meu quer postar isso no DL1 mas meu outro lado blog-diário-pessoal-aleatoriedades-da-minha-cabeça-avoada quer postar isso no DL2 e a outra parte quer deletar tudo e seguir com a vida normalmente. Mas não dá. Cinco blogs é coisa demais por mais que eu só use o DL2 e esporadicamente o DL1. Tem vários assuntos que estou com muita vontade de abordar e provavelmente vou e quase levei isso para o LLW, mas porfa não faz sentido. Eu preciso é criar coragem (e vergonha na cara) para clicar em "excluir blog" e só. Jogar tudo aqui e ser feliz. Mas eu gosto de mudar e me reinventar de tempos em tempos, mas sabe quando você vai ficando sufocado? Acho que destralhar não funciona só com o que é físico ou os papéis da faculdade, destralhar a mente (e seus blogs) também é bom de vez em quando.

Eu tenho cinco blogs, fora meus três tumblrs (por que tudo isso, gente?), fora a quantidade assustadora de redes sociais. Ok, definitivamente preciso desapegar e destralhar. Dos amigos de facebook aos bloguinhos. E talvez eu devesse tirar o DL1 do privado só pra deixar ele tomar um ar, abanar os braços e sacudir a poeira. No final das contas eu não deletei nada, o que aconteceu foi que joguei tudo em um liquidificador e misturei os blogs. Agora tenho meus dois amorzinhos, um blog pra praticar inglês, um blog de testes, um backup no WordPress (vai que) e o Astigmatismus que é o DL então nem conta. Ufa. Voltemos a programação normal.


Olá, meu nome é Ludimila e eu participo de coisas demais. Eu sou dessas pessoas que não conseguem ficar paradas por cinco minutos. Minha mente então, nem se fala. Hoje eu vim botar na mesa todos os projetos e desafios dos quais estou participando.

#desafioprimeira: participei ativamente em janeiro e fevereiro, não consegui dar andamento em março, voltei em abril e meu cérebro derreteu em maio. Para o #desafioprimeira eu tento tirar as fotos da forma mais despretensiosa possível, vai tudo para o Instagram, mas as vezes eu surto e acho que está horrível e dá vontade de deletar tudo. É. Pra mim o #desafioprimeira funciona como um exercício diário e uma versão mini-temática do 365 dias que eu sei que se eu entrar, vou surtar. Perfeccionismo, minha gente, é qualidade mas também pode ser defeito. Não pretendo participar em junho.


Fotografia em preto e branco: esse é é um projeto pessoal no qual incluo imagens esporadicamente. Tudo começou com o "Fotografias e Sentimentos" que virou "Amor em preto e branco". Acontece lá no Tumblr, já tem várias fotos por lá na tag "my work", além de trabalhos de outras pessoas.

#milpétalas: conheci esse projeto tem pouco mais de um mês e no dia que o descobri já comecei a participar porque né - projeto fotográfico nunca é demais (só que não). O que você precisa é tirar mil fotos de mil flores e postar acompanhado de um textinho. Sem pressão. Esse eu deixei lá no Flickr

#CartoonsInMyCity: não que eu não me divirta com os outros projetos mas inserir personagens no cotidiano foi a melhor coisa que eu encontrei na internet. É viciante e eu posto esporadicamente também.


101 coisas em 1001 dias: eu fiz uma lista de coisas para fazer dentro de 1001 dias e por enquanto estamos bem.

52 filmes em 52 semanas: a Nina do Querido Click criou esse projeto bacana sobre cinema, que basta assistir um filme por semana dentro do tema proposto. Como eu sou rebelde não comecei no começo do ano e nem na ordem, mas tudo bem. Eu já assisti um filme da lista.


Um curta para cada dia do ano: tem uma lista lá no Filmow com 365 curta metragens e a ideia é assistir um por dia. Simples assim. Eu descobri esse projeto nesse vídeo da Cíntia do É série isso? e comecei dia primeiro de junho.

Desafios literários: eu fiz uma postagem em fevereiro falando quais livros eu queria ler esse ano dentro de um tema específico e gravei um vídeo mostrando o que eu já li desde então. Digamos que concluí alguns porcentos da meta.


Queria ter senso e falar que chega, não vou participar de mais nada, mas eu estaria mentindo. Meus favoritos estão cheios de projetos legais que se eu não me meter ainda esse ano, com certeza vou participar ano que vem. Você está participando de algum desses projetos? Me conta aí nos comentários!

Estamos a caminho do segundo semestre. E eu estou tentando não surtar. O negócio é que odeio esperar. Sério. Esperar notícias, principalmente uma notícia que será o divisor de águas da sua vida. É horrível. E isso me deixa ansiosa. E me deixa mais ainda porque uma notícia vai sair amanhã (lê-se hoje: eu escrevi isso ontem, dia 02, voltemos), mas a outra só no dia dez. Sinceramente eu gostaria não me preocupar -tanto- com o futuro. Mas eu não consigo. Não seria eu se eu não sofresse por antecipação. No fundo tenho a sensação de que vou conseguir, mas qual delas? Eu queria que fosse a de semana que vem só pra não ter que tomar decisões. Eu odeio tomar decisões. Parece que eu finalmente sei onde eu estou pisando e quando finalmente parece que tenho um chão firme, tudo desaba de novo. De uma forma ou de outra, eu vou seguir pelo caminho onde a vida me jogar, mas a ansiedade não ajuda. Nem um pouco. Já disse que esse ano queria não surtar e queria viver intensamente, mas 2015 por incrível que parece está parecendo uma versão dois-ponto-zero de 2014 e certos quesitos. 2014 foi um ano de começos e em 2015 vou começar mais algumas coisas. O problema é comigo e ter que abandonar caminhos para seguir outros - ou um só. 

Não tinha medo das dificuldades - o que a assustava era a obrigação de escolher um caminho.

Odeio trocar o certo pelo duvidoso e isso sempre está ligado a escolher caminhos. E se eu não conseguir? E se eu não puder? E se não estiver em minhas mãos? E se? 

Muitos preferem passar a vida inteira destruindo os caminhos que não desejam percorrer, em vez de andar pelo único que os conduziria a algum lugar. [...] Queria percorrer todos os caminhos possíveis, e ia acabar não percorrendo nenhum.

Vou tentar.


Para começo de conversa eu queria ter assistido esse filme no cinema, foi uma das únicas estreias recentes que me deixou com vontade de sair de casa e ficar com a mão suja de pipoca (tenho rituais, e não tenho problemas de ir ao cinema sozinha, na verdade, adoro). Mas por motivos de força maior, quando fui comprar o ingresso simplesmente não tinha pra filme nenhum, só pra um evento de esporte que eu não dou a mínima. Pô, Cinépolis! Sim, eu poderia ir ao Cinemark, mas fica à quase duas horas de casa, sendo que o outro eu trabalho lá do lado - enfim. Infelizmente assisti o filme ontem, na ilegalidade. Vamos a história. 

A Incrível História de Adaline com a história de Adaline Bowman, uma mulher que nasceu no final do século XX e tinha uma vida normal - até sofrer um acidente que iria mudar sua vida para sempre. Adaline torna-se imortal, assim, tem a aparência de 29 anos para sempre. E é com essa pegada fantástica que vamos acompanhar, às vezes em forma de documentário, flashes de sua vida.

A primeira coisa que me chamou a atenção nesse filme definitivamente foi a premissa. Temos uma mulher jovem para sempre. Ok, vamos ver no que isso vai dar. Eu gostei bastante do filme e não posso falar que esperava mais pelo foco ser o romance - tem isso na sinopse. Queria que a imortalidade tivesse sido mais abordada? Sim. Queria acompanhar os cento e poucos anos de Adaline? Com certeza. O final foi previsível? Foi. Mas eu gostei. Porque a personagem aprendeu a lutar com seus medos, aprendeu que fugir não é a melhor escolha sempre e que o amor sempre vence tudo. Clichês são amigos.

Uma coisa que preciso citar nesse texto é a fotografia do filme. O visual é lindo. Gente que coisa mais linda de se ver. Todas - foco no todas - as cenas me deixaram babando e invejando o Diretor de Fotografia porque o cara é foda. Foi um daqueles filmes que me deixou repetindo que euzinha queria ter feito essa fotografia maravilhosa, feito parte desse projeto, quero ser você quando crescer. Nós temos sempre um ar de antiguidade mesmo o filme se passando nos dias de hoje. É como se a atmosfera do cenário acompanhasse a atmosfera da personagem. A sensação que passa é que, mesmo tantos anos depois, é como se Adaline ainda se sentisse na época do acidente, como se sua pessoa interna também tivesse parado no tempo. É incrível. O cara é o David Lanzenberg.

Outra coisa sobre o visual, são as roupas de Adaline durante as lembranças. Tiveram senso de colocar roupas segunda a época e fica visível em que ano estamos. Durante o filme temos várias referências históricas (<3) no roteiro, vindas dos próprios personagens e seus diálogos, e Adaline que mais parece uma enciclopédia nesse sentido. E isso é legal! Como dá para perceber, eu amei esse filme!


Essa postagem faz parte do desafio de cinema 52 filmes em 52 semanas, criado pelo blog Querido Click! Ninguém pode me julgar por não seguir a ordem - ou por simplesmente não assistir um filme por semana.