E se houvesse a inversão dos papéis na sociedade? E se ser homossexual fosse via de regra e as pessoas te achassem anormal por ser heterossexual? Nesse curta-metragem somos apresentados ao mundo às avessas e mostra de forma incrível tudo pelo o qual uma pessoa homossexual passa e sofre em sua vida. Ashley nasceu na "família tradicional", mas se vê fora do sistema quando aos cinco anos se descobre heterossexual. 

"Eu tinha cinco anos quando soube que eu não era como minha família. Mas foi no casamento do meu tio que eu tive a primeira sensação  ruim de que eu não ia crescer e ser igual a eles."

Você, preconceituoso que acha que o mundo gira em torno do seu umbigo e fica declamando Levíticos aos setes ventos: apenas pare, pare um segundo e olhe à sua volta, vê todas essas pessoas diferentes de você? Elas não são menos que você por terem uma orientação sexual diferente da sua. Já dizia Pocahontas: "You think the only people who are people are the people who look and think like you.", mas se ninguém te contou a verdade até agora, deixa que eu conto - você está errado! Elas não são menos que você em nenhum sentido. Ninguém é menor do que ninguém, mas todos estão acima de você porque você não pode parar um segundo para respeitar e viver em sociedade. Se a sua orientação fosse julgada e apontada como procriadora nojenta você se sentiria feliz? Pense em quantas pessoas você já machucou com as suas palavras e em quantos homossexuais já morreram pelas mãos de skin-heads, ou pense naqueles que tiraram suas próprias vidas devido a SEUS julgamentos. Está feliz agora por destilar o ódio? Isso é algum tipo de hobby para você? Suas palavras podem matar.



Em tempos de liberação do casamento homo-afetivo em todos os estados americanos, gente falando que vai se mudar para o Canadá sendo que lá isso aconteceu antes (!) e muita bandeira colorida no Facebook esse curta não podia ter parado na minha frente em melhor momento. Chega de tanto ódio no coração!

Deixe um comentário