Mandar um coração pulsante sem querer quando você conhece a pessoa há duas semanas ou falar no diminutivo como se estivesse falando com o seu gato são problemas reais no aplicativo WhatsApp. E a ideia era escrever mais de uma frase sobre isso, mas? Zzzz, não.

Encaro o "publicar" do blog bem como o "enviar" da mensagem de texto, uma vez clicado em publicar, não tem volta, já foi jogado no ventilador. Claro que diferente da mensagem, da pra tirar do ar, editar, deletar pra sempre, mas eu vejo quase como arrancar aquela folha de caderno para a qual você não quer mais olhar, rabiscar é pouco, tem que arrancar e de preferência queimar também, sugiro reciclagem. E os rascunhos são como aquela última folha do caderno que ninguém usa a não ser para... rascunhos. Ou rabiscos. Letras de música, declarações de amor.

Meu sono anda infinito nas últimas semanas e olha que nem tenho dormido tarde. Minha mente está em um constante estado de nada, como quando você liga o rádio mas não está em sintonizado em nenhuma estação, fica só aquele zumbido. E, tudo bem, ter sonhado que estava dentro de um computador com uma pessoa insuportável me perturbando ajudou a ter uma noite horrível de sono. Saia dos meus sonhos, obrigada.

E é incrível como as pessoas com o tempo mostram quem elas são de verdade. Ser um babaca gratuito parece ser o maior talento de certos indivíduos e é triste ver gente que você gosta indo na mesma linha só para parecer legal e não perder a amizade. Que belo amigo, hein. Eu não gosto de brigar com as pessoas, nem de entrar em discussões de nenhum nível só por motivos de cansada demais para argumentar com quem só sabe falar gritando. Eu não sou obrigada. Fora o fato de ser tão maduro a ponto de não olhar mais na minha cara depois de levar uma bela e merecida patada. Doeu?

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