Daí você vê esse gif e se pergunta se faltam 42 dias para a minha coroação. Vindo de uma leonina, quase, mas ainda não fui descoberta Mia Thermopolis. 

Quando junho chega a única coisa que consigo pensar é que meu aniversário está chegando. E não é como se eu levasse meu aniversário a sério (levo), mas é que apesar das crises existências de tempos em tempos, eu gosto de fazer aniversário. Ponderar o que aconteceu no último, nos últimos, ver o fiz e o que deixei de fazer e ver quais são meus desejos, sonhos e planos para o ano que está por vir. E em 2016 completo a marca de 22. Obviamente os planos são jogar as pernas pra cima na madrugada do dia 26 de julho (que cai numa terça-feira), colocar o fone de ouvido no último volume e ouvir Taylor Swift até me acabar -- mentira. Ouvir Taylor Swift até às 2 da manhã e ir dormir. You only live once.
Sabe quando a vida parece fazer graça com a nossa cara e a gente fica meio "Que?", daí as coisas vão caminhando, e quando você vai ver nem você sabe como é que chegou ali, simplesmente chegou e novamente fica meio "Que?". Tipo. O gato somos todos nós. Espero que isso tenha feito algum sentido. O que acontece é que as coisas andam bem "Que?" no trabalho e já ando num estado automático por lá pois do jeito que tá se você pensar demais sua mente meio que derrete. E sim, isso é um diarinho só por motivos de sim. Saudades escrever aleatoriedades. 
Passei dois meses diretos escrevendo sem parar sobre uma certa pessoa aí e até estranhei por hoje ser dia 13 e ter só um texto pra ele esse mês :3 Falando em escrever, acho que nunca escrevi tanto como no último mês, só da vez que tentei fazer BEDA no meu antigo blog. Então dias atrás eu simplesmente parei para pensar na vida. Estou com mil ideias de auto-retratos, mas não ter um tripé complica. Me sinto estranha de cabelo liso, já não reconheço mais aquela garota que me olha de volta no espelho. Não sei mais lidar com esse lado que durou uns bons seis anos. Sou outra pessoa hoje em dia. E pode ser que eu consiga me acostumar de novo no meio desses fios lisos, mas hoje prefiro ser engolida pelos cachos, do jeitinho deles. Tanto é que ao passar a prancha instintivamente curvo mais que deveria as pontas a fim de não estranhar tanto o resultado final. Mulan nunca fez tanto sentido como agora; quando a gente não cabe mais na gente, a gente tem que mudar -- e foi  o que aconteceu em setembro de 2014. Já vão para dois anos. Junho. O mês que deixo de ser borboleta e volto para o casulo a fim de voltar a ser borboleta no próximo mês.
Esse ano, tirando janeiro, entrei em um estado de leveza tão grande que bloqueei quaisquer sentimentos pesados demais para o meu estado de espírito. Qualquer energia negativa, qualquer pensamento ruim, na minha bolha não entra. É incrível como me sinto melhor a cada dia que se passa. Parece que estou usando um curativo de florzinhas em todos os meus machucados e os remendos só se fecham mais a cada final de semana. Não tem dessa de achar bom de mais para ser verdade. É a verdade mais que verdadeira. Quem olha pra mim de longe sabe. Apesar dos comentários desnecessários sigo em frente deixando tudo isso pra lá, quem sabe da gente é a gente e os outros são só os outros com seus palpites e achismos. Só dou ouvidos a quem vem falar bem e quem tem o que acrescentar. Fato é: transbordou. E os julgamentos eu guardo na gaveta para que amarelem e se percam.
Por hoje é só!

PS. meu acervo de gifs é gigante :P

Deixe um comentário