Virei escritora de e-mails no trabalho e todo mundo pede palpite e ajuda na hora de enviar para o ser acima de todos (não tô falando de deus). Nunca usei tanta palavra rebuscada na minha vida. Os e-mails mais legais de escrever são os que vão só para o nosso treinador que é "de boas" e é do tipo que responde com um "Thanks".

Toda segunda-feira entro em câmera lenta na vida real quando o dever me chama, tipo agora que são quase 11:00 da manhã e eu deveria estar ou almoçando ou tomando banho, mas tô escrevendo. 

Dei fim na maioria das minhas camisetas, e isso quer dizer que doei algumas peças que não usei nos últimos 84 anos, outras viraram "roupas de ficar em casa", apesar de ser um termo que meio que coloquei em desuso -- mas não vou colocar as bonitinhas em casa para limpar o quarto ou lavar a louça por exemplo, deixo para as camisetas. Comprei roupas novas e vou comprar mais algumas até o final do ano e finalmente estou feliz com o que ando usando.

Meus finais de semana são resumidos hoje em muito amor, séries e de vez em quando vídeo game, e ele conseguiu despertar o monstro adormecido viciado em Dragon Ball e games -- nem eu me lembrava o quando gosto de animes e jogos. Peguei uma passagem só de ida de volta à 2004 quando eu almoçava correndo antes de ir para a escola só para assistir Dragon Ball Z, pegava o caminho com a minha prima, a gente parava no mercado para dividir um super pedaço de bolo e finalmente ia para a escola. E de vez em quando eu jogava no PS dela. 

E eis a lista do que andei assistindo e jogando nos últimos tempos:

Agent Carter: Comecei a assistir sem expectativa nenhuma num sábado de manhã onde eu não tinha nada para fazer, e fui conquistava instantaneamente pela série, até fiz um post para comentar só sobre ela -- na verdade para comentar mais sobre a própria Peggy.

Dragon Ball Super: já é quase uma tradição de domingo assistir DBS na companhia do namorado. Como disse ali em cima, de volta à 2004, eu nem sabia da existência desse anime antes de abril desse ano. Comecei a acompanhar mesmo a partir da quarta temporada, porém com preguiça demais para assistir as três anteriores.

Z Nation: e quem diria que um dia eu assistiria uma série de zumbis? Já tentei assistir The Walking Dead, sem sucesso, já li A Noite dos Mortos-Vivos que achei um bom livro até chegar naquele final, mas assisti uma temporada inteira de Z Nation sem ficar entediada nenhuma vez. Dez pontos para Grifinória.

Ori and the blind forest: a primeira vez que olhei para Ori achei que ele fosse um Pokémon. Eu apanho bastante por não saber para onde ir na maioria das vezes e por morrer com frequência e voltar ao começo, mas é um bom jogo com um pano de fundo que poderia facilmente ser transformado em livro de fantasia. É um jogo calmo onde você precisa explorar o universo para descobrir seu próximo passo. E recomendo ser um bom leitor de mapas, ou ter alguém para ler o mapa por você ^^

BattleBlock Theater: eis o jogo que despertou o monstro adormecido. Considerando o fato que mais dei risada do que joguei efetivamente, recomendo jogar em dupla para vocês ficarem se empurrando para fora das plataformas :3 é um jogo intuitivo e fácil de jogar sem muito problema na hora de completar as missões. Recomendo.
No mais aquela história do "quarto que eu sempre quis" voltou depois de mais de um ano -- comprei uma mesa/bancada/prateleira, aos interessados estou me desfazendo de uns livros que sei que só estão ocupando espaço por aqui e resolvi coloca-los à venda no Enjoei e faltam dez dias para o final de junho e eu nem vi esse mês passar.

Como é que as coisas andam do lado daí?

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