Take a sip of the high life, chase it down until you fall 365 nights
Why just one if we can have them all?
É bem capaz que daqui um ano me arrependa desse título, mas estou com sono para pensar em coisa melhor #sorrynotsorry. 22 anos e continuo falando #sorrynotsorry. Com #. "Nãoversário" pois esse foi o ano menos empolgado em relação ao mesmo, e apesar das referências, nem cheguei a ouvir 22 com as pernas para cima na madrugada do dia 26 de julho. Alguma coisa aconteceu entre o dia primeiro e até então.

I don't know about you but I'm feeling 22.

Sendo bem sincera acho que tenho esse post em mente desde o lançamento da icônica 22 da Taylor Swift, pois eu sou clichê nesse nível e não nego - masporémentretantotodavia, dia 26 passou e nada mudou, não dei nem um alô por aqui, o que vindo de mim, uma viciada em aniversários e datas, é de se estranhar. Mas cá estou dois dias atrasada para dizer que entrei nos 22.
22. 

Ainda não fechei o ciclo dos 21 totalmente, me sinto com assuntos pendentes e não vou aquietar até resolver cada um deles. Termino o ano sabendo que o fim está próximo e já começo o novo sem saber o que será de mim e do meu futuro na empresa - mais uma vez. Normalmente eu dou sorte apesar de brincar que tenho o pé frio no que diz respeito ao grupo da gola azul celeste, eu mudei de projeto quase que exatamente uma vez por ano nesses três anos. Cresci bastante lá dentro como pessoa e profissional (mais como pessoa) e deixo o futuro nas mãos do Universo, vou fazer o que sei de melhor: piada sobre a situação. 

Saio dos 21 anos com quatro meses de namoro, uma vontade cada vez maior de envolver a fotografia na minha vida pra valer e o cabelo azulado. Dando adeus aos poucos às minhas velhas inseguranças. Entro nos 22 em crise como de praxe, mas mais forte. E tentando lidar melhor com as ditas cujas. E querendo usar vestidos. 
Das coisas que aprendi nesses 22 anos...

Não vale a pena correr pelo ônibus estacionado, ele vai sair assim que você pensar na possibilidade de pega-lo. Não adianta correr por nada, para nada, para ninguém. Eu via aquela gente andando sem pressa e me perguntava como conseguiam. Hoje eu sou uma deles. Eu simplesmente parei de correr e comecei a dar passos curtos e precisos. Ainda não aprendi a parar de falar sobre meus planos para as pessoas erradas. Hoje tem uma voz na minha mente me mandando calar a boca de tempos em tempos e só compartilhar as coisas depois de 99% prontas. Tanto por olho gordo quanto por frases negativas que as pessoas insistem em dizer.

Reconheço em mim uma nova pessoa. Enxergo novos caminhos. Ao fechar de portas, pulo as janelas. Se as janelas têm grades eu cavo uma passagem. Aprendi que para tudo tem um jeito e o momento de acontecer. E que uma hora a gente descobre o que a gente a gente quer, depois é só manter o foco e não desistir na primeira encruzilhada.

Até a próxima!

4 Comentários

  1. Feliz aniversário! (mais atrasada que seu post haha).

    Essa do ônibus é muito verdadeira, pego ônibus no primeiro ponto dele, e sempre que chego e ele está parado, ele sai assim que começo a correr. Já faz tempo que começo a esperar o próximo, ao menos sou a primeira a sentar

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  2. Ludimila, parabéns, moça! Oh, se eu soubesse dessa música da Taylor Swift, também usaria para anunciar meus 22, hahaha! (agora os 23 estão chegando e não deve ter nenhuma música pra copiar)

    Amei a parte sobre a pressa. Acho que estou nesse mesmo estado de espírito, eu já tive muita pressa na vida, agora ando devagar.

    Essas mudanças fazem muito bem. Dá pra ver pela forma como você escreve como essas mudanças te afetaram pro bem. :)

    Beijos e aproveita esses twenty two! ;*

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    1. Começando essa fase com o pé direito, na verdade, com os dois pés! Obrigada Helo <3<3<3

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