Cinco meses iluminados pela lua. Crescente. 

Acho que algum dia não escreverei sobre nosso aniversário, mas até lá, sigo. Hoje, nada daquela conversa de sempre, "parece que foi ontem", "passou rápido", "parecem anos" - para hoje, quero apenas nosso presente. E confesso, esse é mais um dos textos programados (porém de coração). Ainda é quarta-feira e a eu do futuro, amanhã nesse mesmo horário já deve estar nos seus braços, e você só vai ler isso na sexta-feira quando estarei nessa mesma cama de onde escrevo me preparando para acordar antes das 06:00 no sábado, mas feliz pela possibilidade de te ver mais uma vez. Não consigo chamar o que temos de rotina, a gente se encaixa quando dá e às vezes até de surpresa no dia do outro, e já disse a um tempo atrás que é umas das minhas partes favoritas: a espontaneidade.

Antes de você eu não sabia o que era viver sem ter pelo menos o resto da semana preparado, tudo do mesmo jeito tudo igual, obrigada por mexer no meu relógio. Não saber o que aguarda o dia seguinte é bem mais divertido e colorido que fazer o mesmo caminho todos os dias. Nesses cinco meses + um você foi capaz de abrir minhas asas e mais que isso, me fazer voar. Aquela história de "fazer as coisas ao invés de só querer faze-las" que fiquei pregando a mim mesma durante 2015 foi se perdendo com o tempo, até você aparecer e me lembrar que sou capaz de fazer qualquer coisa que eu queira, é só ir. Desde as coisas mais simples às mais complexas. Contigo descobri que o amor pode sim ser realmente lindo. 


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