Três anos depois da leitura do primeiro livro, eu volto à Nárnia em companhia de Shasta, Aravis, Bri e Huin - duas crianças, um cavalo e uma égua.

A história começa com Shasta descobrindo que não é filho do pescador que acreditou ser seu pai nos últimos anos, que nem mesmo o tratava como filho, mas como servo, e então ele decide fugir com o cavalo do tarcaã que também é um prisioneiro, originalmente de Nárnia, e eles partem "para o Norte e para Nárnia!". No meio do caminho se esbarram com Aravis, que veja só, também está fugindo, porém de um casamento arranjado por seu pai, e ela está à bordo de sua égua também falante, também de Nárnia, e a partir daí a história de desenrola.

O livro é de uma leitura leve e fluída, de história cativante. Em momento algum te entedia, você quer saber o que vai acontecer, seja com Shasta, Aravis, os os reis e rainhas de Nárnia - porque sim, os dois reis e as duas rainhas do livro anterior estão nessa história, mesmo que em segundo plano. E mesmo os personagens em segundo plano tem suas histórias bem desenvolvidas e explicadas durante suas páginas

De modo algum este é um livro ruim porém sinto que faltou alguma coisa. Se não fosse uma história infantil sinto que poderia ter sido mais desenvolvido, o pano de fundo poderia ter sido maior, mas para suas páginas está muito bom, por ele ser o que é, conquistou e valeu a pena. Mas, convenhamos, se fosse maior não seria uma crônica.

"Enquanto souber que não é ninguém em especial, será um cavalo muito honrado."

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