O filho do Harry Potter encontra filho do Draco Malfoy e eles vivem altas aventuras (na sessão da tarde).

Dezenove anos depois da morte de Lord Voldemort  a cicatriz de Harry volta a doer, e ele volta a ter sonhos com o Lorde das Trevas. Paranoico e com medo, ele quer fazer de tudo para a afastar seu filho, Alvo Severo, de Escórpio Malfoy (sim, o filho de Draco), pois há boatos de que Escórpio é filho d'Aquele Que Não Deve Ser Nomeado. A trama gira em torno da amizade de Alvo e Escórpio, Cedrico Doggory e um vira-tempo, e como sempre, nada é o que parece - temos uma grande surpresa no final.

É uma leitura rápida e fluída principalmente pela sua construção teatral, e J.K. não deixa a desejar em momento algum. Continua sendo a mesma Joanne dos outros sete livros. A essência continua sendo o poder do amor e da amizade e apesar de uns tropeços no começo até acostumar com a construção, vale a pena ler a o final.

Mas se você não é o maior fã de teatro de todos os tempos, bom, pode ser difícil engolir a história, e mesmo que eu goste de ler outras coisas que não sejam romances propriamente ditos, senti falta das descrições e daquela narrativa que já conhecíamos. Eu não me importaria se este livro fosse um super romance de seiscentas páginas, ou até mesmo uma trilogia, desde que eu conseguisse mergulhar naquela história de verdade. Aqui ficamos só na superfície.

Recomendo para todos os fãs de Harry Potter que querem voltar a Hogwarts numa perspectiva diferente da dos olhos do menino que sobreviveu.

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