Abril foi um bom mês até mais ou menos o dia 20 e pode ser resumido em fotografia e várias tretas. 



O beda me apresentou a Jeniffer, o ser humano que faz esses planners lindos, e usei para me organizar (hahahaha) durante o beda, e já adotei para os próximos meses. O mais legal é poder ter a visão geral do mês sem ter que rabiscar nada.

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Durante esse mês eu fotografei e fui fotografada, refleti sobre meu propósito e minha carreira, criei um lookbook, entrei na bad, sai da bad, entrei na bad de novo, saí da bad de novo, chorei, briguei, fiz as pazes, e finalmente me sinto quase completamente fora da merda. A sensação que tenho é que os último dias de abril tem sido um loop infinito, que não termina nunca, eu nem quero que dia 1º de maio chegue, para mim ele só vai ser o domingo de abril. Além disso tudo, não consegui nem me concentrar nos estudos nas últimas duas semanas.

Mas nem só de tretas e dinheiro escasso viveu esse fim de mês! Na quarta-feira (26) participei pela segunda vez de um evento de reconhecimento na empresa em que trabalho, e ser reconhecido por um bom trabalho é uma das coisas que eu mais amo. Parece que todo o esforço valeu a pena. 

E mais do que isso, a gerente da vez pareceu um espelho para mim, eu só conseguia pensar que "quando eu crescer quero ser que nem você". Claro que nossas prioridades são diferentes, assim como nosso estilo de vida, mas é o tipo de gente bem-sucedida onde a gente consegue ver que apesar de estar onde está, é gente como a gente, e se a gente quiser pode chegar onde ela chegou, ou ir até mais longe. E ela é mulher, o que é mais inspirador ainda. 


Abril também foi feito de descobertas, sorrisos e aprendizados. Descobrir que eu posso ser feliz na minha própria companhia tirou todo um peso e pressão de ter de conhecer novas pessoas. Eu só vou me esforçar para isso se eu quiser. Claro que às vezes ainda rola a saudade, a vontade de ter aquela companhia em específico, mas por ora eu só quero me curtir, trabalhar, crescer, e inspirar as pessoas como fui inspirada, mostrar que sou capaz, do meu jeitinho, de fazer o que todo mundo acha que não sou capaz. 

E também nesses últimos dias estava pensando que ninguém me leva a sério, e pode até ser, seja por tamanho, cara de adolescente, ou cabelo colorido, mas eu cansei de fazer esse esforço para que me vejam como uma profissional capaz, eu sei do que sou capaz, e vou continuar fazendo meu bom trabalho.

Ao mesmo tempo em que muita coisa aconteceu ao mesmo tempo nessas duas últimas semanas, ao mesmo em que ela foi agitada demais, ela foi evolutiva demais. Consegui sentir que cresci como ser humano, pelo menos um pouquinho. E não pretendo fazer outro beda tão cedo.


E chegamos ao último resumo semanal do BEDA, amanhã já é resumo do mês, e se tudo der certo quer dizer que sobrevivi ao BEDA de abril, apesar dos pesares. Dessa vez os links são das últimas duas semanas, pois o final de semana passado foi uma desonra. Bora lá!

Frugalidades - Sobre enfrentar medos
Jout Jout - Teoria da peneira
Outro blog - Le Jardin Parque de Lavanda
Cadê a chave? - Sobre ter sua própria empresa e coisas que ninguém fala

Essa semana em relação a anterior pode ser resumida em paz de espírito. Na verdade foi um degradê do pesado para o leva até que posso finalmente dizer: acabou, a semana e também abril. Eu conto mais detalhadamente minhas sensações amanhã no resumo do mês, mas na dúvida, se tudo estiver dando muito errado, ou se você achar que tudo está dando errado, converse com aquela pessoa que você mais confia, com certeza ela terá coisas a dizer, por mais duras que pareçam para você. E acho justo terminar esse resumo semanal ao som do tema da vitória. Até amanhã! 😉




Para hoje eu decidi compartilhar um pouco do significado da minha pulseira de berloques. Tem quase um ano que tenho, me comprei de aniversário no ano passado representando meu retorno ao mundo fotográfico. 


"Se ama, volte" me fez voltar a ativa, e achei a oportunidade perfeita para começar a contar uma história, minha história. Apesar que depois de um ano eu fico pensando que o outro pingente preto é mais fofo. O outro charm que comprei alguns meses adiante, mais ou menos quando fiz seis meses de namoro, foi o unicórnio, e apesar do namoro não ter ido para frente, o que ficam são os bons momentos, e o quanto a pessoa foi e ainda é importante, o apoio que eu precisava que me fez me enxergar como eu mesma, e investir nas coisas que eu amo.


E por fim o fecho da pulseira e a corrente de segurança que são cheias de corações. Significa o óbvio: amor. Amor em sua essência. E mais importante, o lema da Antix, desde que conheci a marca, suas etiquetas vêm com a frase "Multiplique o amor", que é uma das coisas que quero nunca me esquecer de fazer. O mundo não é cor-de-rosa, mas é sim movido pelo amor. Gosto de manter esse otimismo que com um pouco de amor, tudo pode dar certo. 


Por enquanto essas são as histórias que estou contando, tenho algumas ideias de berloques, mas nada que tenha dado o clique de "isso faz parte da minha jornada". A pulseira me acompanha em todos os momento da minha vida, e desde sua chegada, ela nunca mais saiu do meu pulso.



Hoje, depois de muito tempo, alisei o cabelo.

Cada mecha que perdia seu respectivo cacho me remetia há uma adolescência que foi deixada para trás. Cabelo liso sou eu aos 14 anos decidindo que fazer uma progressiva era o melhor, porque eu tinha cabelo ruim. Cabelo liso sou sendo chamada de Cleópatra pelos pirralhos da oitava série. Me chame de Cleópatra hoje, a rainha mais foda de todas. Cabelo liso não sou eu pois cabelo liso me lembra prisão, esconder minha identidade, cabelo liso me lembra a pior época da minha vida. Eu sou cabelo cacheado, expressão, liberdade. Não me podem o poder de dizer quem eu sou.

Me sinto estranha de cabelo liso, já não reconheço mais aquela garota que me olha de volta no espelho. Não sei mais lidar com esse lado que durou uns bons seis anos. Sou outra pessoa hoje em dia. E pode ser que eu consiga me acostumar de novo no meio desses fios lisos, mas hoje prefiro ser engolida pelos cachos, do jeitinho deles. Quando a gente não cabe mais na gente, a gente tem que mudar - e foi  o que aconteceu em setembro de 2014.



Primeiramente eu sei que esse post saiu só com o gif do Dumbledore, perdão. As 23 coisas antes do 23 anos, não são apenas dançar como se ninguém estivesse olhando. E claro, faltam apenas três meses para meu aniversário, então não tem nada muito mirabolante aqui, apenas algumas metas pontuais.

1. terminar de ler LOTR
2. jogar boliche
4. desenhar
5. fazer uma maratona de Star Wars
6. renovar minha identidade - julho
7. ir em um show - Supercombo no London Pub, dia 03/06 @ 23:00
8. ir ao teatro
9. colocar o roteiro que criei no papel
10. fazer todos os exames médicos que estão pendentes
11. trocar a armação do óculos
12. ouvir as aulas de Esperanto da Renata Ventura
13. aprender a andar de bicicleta
14. melhorar meu controle financeiro
15. gravar vídeos com a câmera nova
16. fazer pelo menos um ensaio nos próximos três meses
17. fazer resenha dos meus últimos livros lidos
18. criar uma rotina de exercícios com ajuda do blogilates
19. terminar de ler o livro de abril e ler o livro de junho dessa lista
20. terminar de ler Sailor Moon
21. terminar de ler Solanin
22. terminar de ler A Gigantesca Barba do Mal
23. ser mais vezes - simplesmente curtir a minha própria companhia

bônus!. viajar - os feriados já estão escassos, mas quero tentar fazer pelo menos um bate-volta para Araxá e conhecer as antigas terras do meu avô



Esse ano quis voltar a desenhar. Eu era uma pessoa que desenhava na época da escola, mas perdi isso com o tempo, vieram outros hobbies, outras prioridades, e deixei o desenho de lado. Então me reconectei com a arte, comprei um caderninho para chamar de meu, e o diário que eu fazia a texto, dessa vez virou desenho. 

21/04/2017 - O encontro que eu não queria ir, mas fui mesmo assim


Sabe aquele tipo de coisa que você sabe que precisa fazer, começa a fazer pelos motivos errados, se arrepende, faz pelo motivo certo e acaba sendo uma bosta do mesmo jeito? Foi esse encontro. A pessoa é legal, o filme foi legal, mas você simplesmente queria estar em qualquer outro lugar. Eu conseguia imaginar um vídeo onde eu saía correndo ao som de Sweet Dreams, tipo aquele do Richard, onde a pororoca é o encontro e eu o biólogo mais legal do Brasil.

Fica a lição: não se obrigue a ir em encontros, seja pelos motivos certos, e muito menos pelos errados. 



.postar frequentemente do blog: a prova viva é que essa é a segunda vez que faço beda, além do que tenho uma coisa chamada calendário editorial, pois é.
.não ter vergonha de fotografar ou ser fotografada na rua: a vergonha de fotografar quando vou fazer ensaios já morreu faz tempo, mas a de fotografar, aleatoriamente, com uma câmera, ainda não, e sobre ser fotografada...


.sair do meu emprego atual: sejamos sinceros, eu não vou sair de lá tão cedo por minha própria conta, mas desde a criação dessa lista, eu mudei de cargo duas vezes, e estou lutando pela terceira, e aí sim vou aquietar por um bom tempo quando eu conseguir essa promoção, então é como se eu tivesse saído de lá.
.pintar o cabelo inteiro: tem até post sobre isso - da vez em que pintei de vermelho, não ficou do jeito que eu imaginava, só dava para ver no sol, mas amei mesmo assim.
.usar saias sem surtar: eu era uma pessoa jeans-camiseta-tênis, e então conheci a Antix, um mundo fofo e estampado sem volta, porém, saias mesmo, sem surtar, foram só as longas ainda, vamos trabalhando nisso.
.usar vestidos sem surtar: meu primeiro vestido foi da Antix, inclusive, e se deixar ele já sabe o caminho de casa de tanto que eu uso.

Uma publicação compartilhada por Ludimila Ferreira (@ludfrrrg) em

.terminar o curso de fotografia: quando fiz a lista eu devia estar empurrando com a barriga,  porém, teminei!
.cozinhar mais que uma vez por mês: não foram as receitas de outros países, mas quando comecei a namorar a gente brincava pra caramba de tasty demais, então sim, era mais que uma vez por mês, e modéstia a parte, meu macarrão é uma delícia.
.ler teoria literária: tem uns sete anos que minha disse para eu escrever um livro, e resolvi tentar, li um livro sobre e risquei da lista, mas depois de um tempo acabei tendo mais contato com isso, então fica como feito.
.ver o sol nascer: a viagem que odiei fazer acabou me contemplando com o nascer do sol na estrada.
.ser voluntária na APA: APA é a Associação de Proteção Animal aqui da cidade, e foi uma das primeiras coisas que eu fiz, só não vou mais lá porque é longe pra caramba, mas o Loki veio de lá <3
.viajar sozinha aos 21: acontece que meu primeiro freela foi em Monte Alegre e me enfiei sozinha num ônibus pra lá, então está feito.
.ler um livro inteiro em inglês: li "O Pequeno Príncipe".
.criar e usar meu portfólio: olar.
.dançar na chuva: teve esse dia que eu tava tão desgraçada da cabeça, que começou uma chuva tão inesperada e forte, que eu simplesmente liguei o foda-se e comecei a pular pra lá e pra cá, no meio da noite, no meio da rua.
.ser organizada:
é mais ou menos, mais ou menos
.dormir e acordar cedo: 80% do tempo eu consigo essa proeza de dormir meia-noite e acordar às oito.
.voltar a estudar Wicca: a Wicca foi a primeira espiritualidade que realmente fez sentido na minha vida, só que no fim acabei deixando a Wicca de lado, e foquei na Bruxaria per se, a natureza faz mais meu tipo que os deuses, apesar de me identificar com alguns.
.comemorar meu aniversário de 22 anos ouvindo 22 (de preferência em uma festa): gosto da ideia de músicas temáticas, e eu ouvi 22, só não foi numa festa.
.aprender a me maquiar direito: obrigada, Mari Santarem <3 definitivamente a Viiixxxen é o único canal de moda e beleza que nunca parei de acompanhar desde que conheci.
.tirar a maquiagem antes de dormir: pois é, às vezes eu ainda falho, mas faço isso com mais frequência que o contrário.
.cuidar da pele do rosto: disse adeus às minhas manchas de espinhas passadas.
.passar protetor solar todos os dias, até no inverno: novamente, eu ainda falho, mas já é rotina.
.desadolescentar meu guarda-roupa: ele já não tem nada a ver com a Ludimila de 15 anos.
.fazer uma tatuagem: eu tinha outras ideias, e os passarinhos não estavam na minha mente até eu chegar na fase em que eu estava em março desse ano, muito a ver com me redescobrir depois de um término, me reconectar comigo, as aventuras que eu queria viver dali para frente, e toda a minha conexão com o símbolo dos pássaros - liberdade, para fazer e ser quem eu quiser.
.finalizar alguma série: eu era a pessoa que nunca chegava no fim de nenhuma série, daí teve How I Met Your Mother.
.viajar em família: exatamente aquela viagem que odiei - um casamento, meu aniversário, acompanhada de Ana Paula Barbi
.participar de uma blogagem coletiva: o beda é isso, não é mesmo?
.comprar uma bolsa para minha câmera: daquelas coisas pontuais que a gente precisa fazer, mas nunca faz.
.fazer um freela: meu primeiro trabalho como fotógrafa aconteceu em agosto de 2015.
.parar de rabiscar o calendário editorial do blog: eu fiquei um tempo sem calendário, e graças a Jeniffer ele agora é digital.
.terminar Gilmore Girls: e ainda teve o revival.
.continuar escrevendo e fotografando: esse é o tipo de coisa que você já está sem criatividade e enfia na lista sabendo que são coisas feitas naturalmente, mas da pra ver no portfólio que desde então tirei foto pra caramba.
.assumir certas coisas: sendo bem sincera, depois de um tempo achei inútil esse negócio de "assumir certas coisas", mas acontece que em um momento reflexivo sobre comentários desnecessários, eu escrevi esse texto no Medium, um lugar que na época (2015) achei seguro o suficiente para falar sobre, e o que me surpreendeu é que mesmo sendo um desabafo, no Medium, eu acabei atingindo algumas pessoas.


Ou, uma fotos aleatórias de jiló.


Esse mês comprei a Oly, uma Olympus Pen Lite E-PL3, da família das mirrorless, câmeras tão boas quando as DSLR, porém tão leves quando uma compacta. Eu queria uma câmera dessa para sair na rua e também fazer ensaios, já que pelo tamanho ela é menos assustadora que uma DSLR, e também chama menos atenção de potencias Ladrõezinhos de Merda™, pois não está sendo fácil.

Visualmente ela é linda demais, uma mistura de preto e prata, e não fosse a lente intercambiável, ela seria a definição de compacta. As cores na fotografia são perfeitas também, e nesses poucos testes eu achei que ela tira boas fotos tanto com luz abundante e pouca luz. Ainda não pude testar o vídeo dela pois a bateria acabou e preciso de adaptador para tomada. Ela veio sem manual, mas os comandos são bem intuitivos, o foco pode ser feito apertando de leve o botão de tirar a foto, só estou apanhando um pouco da lente. Ela veio com a 14-42mm. A câmera possui um flash que pode ser removido, e visor móvel, porém ele não pode ser virado para frente, apenas para cima e para baixo, mas já ajuda. 

Agora vamos às fotos! Estão todas sem edição, então estão com as cores reais da Oly. 







Tem mais fotos vindo por aí que tirei do Loki, então aguardem para fotos mais claras da próxima vez! Por hoje é só :)


Primeiramente fora Temer eu poderia simplesmente deixar esse gif do Mushu aqui e ir embora:


Se existe uma palavra para definir essa semana, ela pode ser "treta", eu praticamente fui engolida para um universo paralelo nos últimos dias, mas foquemos nas coisas boas:
.1 - a Oly chegou
.2 - meu caderno de desenho chegou
.3 - fui convidada para um encontro 
.4 - choveu no feriado

Não tenho links porque simplesmente não consegui ler nada, desculpa gente 💔


Roubando memes since 1994.
"Eu não tenho absolutamente nada para assistir"

Lembro de ter visto essa tag nas terras do Youtube há um tempo, mas tô roubando da Bruna.

1. Um filme para assistir sozinho


De repente 30 é meu filme. Ele me diverte, me deixa mais leve, já sei até todas as falas de cor e salteado. Não sei se alguém assistiria comigo, até porque nunca sugeri, mas De repente 30 é o meu momento de voltar a ter 13 anos e ao mesmo tempo imaginar os 30.

2. Um filme para assistir quando está chovendo


Meia-noite em Paris. Não que chova muito no filme, mas é que Paris me lembra dias nublados. E nesse filme temos um escritor viajando no tempo e se encontrando com escritores super famosos que dão dicas para seu livro, Paris e livros 💖

3. Um filme para te fazer dormir


Infelizmente eu tenho que colocar aqui Nos tempos da Brilhantina, foi o único filme que fez dormir, mas acredito que tenha sido por ser umas 4H da manhã no dia e não porque o filme é ruim, afinal, é um musical, e eu AMO musicais.

4. Um filme para assistir bêbado


Eu nunca fiquei bêbada, mas deixo aqui Spring Breakers.

5. Um filme para passar enquanto estiver fazendo outra coisa


Gosto da ideia de parar para assistir, mas um filme que eu já sei até de trás para frente é O Diabo Veste Prada, amo esse filme, e ele pode ficar passando enquanto fico na internet por exemplo.

6. Dois filmes para serem assistidos em sequência


Procurando Nemo e Procurando Dory. Os dois não são uma sequência, mas gosto da ideia de assisti-los juntos simplesmente por serem quem são.

7. Um filme para assistir com uma pessoa amorzinho


Namorado? Mãe? Best friend forever? Só consigo pensar em Scott Pilgrim contra o mundo. Tem romance para os casais (assisti assim), é divertido para ver com a família, dá para assistir com qualquer pessoa.

8. Um filme para assistir com os amigos


Deadpool! Eu fui no cinema com uma galera assistir, melhor dia.

9. Um filme para assistir com a sua mãe


Os Delírios de Consumo de Becky Bloom, sendo sincera não sei se ela ia gostar tanto assim, mas compras e amores, né não?

10. Um filme para assistir com seu irmão


Tinha colocado Harry Potter mais para cima, mas definitivamente se encaixa muito melhor aqui. Meu irmão gosta de Harry Potter tanto quanto eu, e só para seguir a idade dele, Harry Potter e a Câmara Secreta.

That's all folks!

Não digo isso simplesmente por ser uma das coisas que mais amo fazer, ser fotografado por alguém, seja profissional ou um amigo que se dispõe a aprender um pouco da câmera, acaba ajudando a levantar uma autoestima que não estava das melhores há algum tempo, você sorri, se diverte, esquece dos problemas e se apaixona pelo resultado final. Seja fotografado por alguém, se dê essa chance de ser olhado de ângulos que você não consegue se ver, e descubra que você nem tem tanto medo assim da câmera. 



E posso dizer que a experiência pode ser melhor ainda se você não for a pessoa que editar essas fotos, se entregue nas mãos de alguém e deixe a pessoa fazer a leitura que ela tem de você. Coloque uma roupa confortável que diz mais por você sem dizer uma palavra, e se solte. Essa foto acima tem tanto de mim que me sinto um livro aberto: vestido rodado, Converse, câmera, cabelo colorido e pernas tortas. Prazer.



A foto não precisa ser perfeita e mais uma vez eu bato na tecla do "seja você", alguém de quem você se orgulha hoje, alguém de quem seu eu do passado se orgulharia, alguém de quem seu eu do futuro, ao olhar para trás, vai se orgulhar. A Ludimila de dez anos atrás jamais imaginaria uma coisa dessas por mais que ela fantasiasse ser uma cantora pop da Disney, ela abstraiu o fato de que cantoras pop são fotografadas por aí. Mas hoje se sente além de uma cantora pop que é "Miley na escola de dia, Hannah à noite no show", genuinamente, ela mesma.



Por mais que às vezes eu tente ser a pessoa que sai de madrugada, vira a noite em balada, bebe pra caramba, fala de sexo ou usa drogas, eu não sou essa pessoa. Eu passo serenidade, paz de espírito. Não consigo ficar perto dessas pessoas porque suas energias são muito pesadas. Eu acredito em energias. Esse azul nunca fez tanto sentido. Eu gosto de passar tranquilidade, ser um porto seguro, e não uma ponte que pode ruir a qualquer momento. Essa sou eu. 

E ser eu é melhor coisa que eu posso ser. Até mais, e obrigada pelos peixes.