Você é uma pessoa mais do dia ou da noite? Da noite agitada ou solitária? O que você prefere? Ficar até de madrugada vendo essa série que você se rendeu a assistir ou ir para um lugar que você não quer e acabar quase quebrando o pé? a dignidade? o coração de alguém? Quem são seus amigos? os de verdade, os que te conhecem até com os olhos fechados, os que nem precisam te olhar para saber que você não esta bem, os que logo te dão um abraço e te fazem melhorar instantaneamente. Quais são suas escolhas? Viver uma vida inventada para se encaixar ou viver sua própria vida sem se importar?

Não são as perguntas mais difíceis do mundo, e muito menos as sem resposta. Depois que você passa a se conhecer, você não consegue mais fingir ser outra pessoa. Depois que você acorda do transe, você vê o tempo que poderia ter gastado com outras coisas, outras pessoas, outras experiências. Não discordo que somos o que vivemos, e com os erros aprendemos. Claro que aprendi. Para nunca mais repetir. Às vezes é difícil viver num mundo onde todos que se parecem com você, parecem estar presos no passado, ou num livro, ou num livro sobre o passado, mas com um olhar mais aguçado você consegue notar quem na vida real é um pouco ou muito da pessoa naquele livro. E você só agradece por essa pessoa existir.

Hoje sou a pessoa que não quer pensar muito, só quer escrever. Escrever de coração, de alma, o que viver a ponta dos dedos, mesmo que sem sentido, escrever. Poesia, prosa, contos, crônicas, novelas, best-sellers. Só escrever. Escrever quem eu sou, escrever quem quero ser. Apenas escrever.

*Infelizmente perdi o nome de quem fez essa imagem

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