Florianópolis.

Dá até gosto de escrever.

Todas as pessoas com quem tive que conversar foram extremamente educadas e todos parecem estar sempre de bom humor. Até numa sexta-feira de manhã num terminal de ônibus. Será que é a paisagem? Bom, se eu morasse em um lugar tão bonito e organizado também ficaria de bom humor. Até numa segunda-feira de manhã. 

Não me levem a mal, eu sei ver as coisas bonitas que Uberlândia pode me dar se eu tiver um olhar mais atento, e juro que voltei procurando essas coisas, mas lá é fácil, é só olhar pro lado. 

Viajar sozinha é libertador. 

Fazer seu próprio horário, se perder e depois rir de ter feito um caminho tão complicado para uma coisa tão simples. Ser um viajante observador te agrega muito, você conhece as pessoas sem precisar conhecê-las e conhece lugares que não estavam em seu roteiro por um detalhe a mais.




A praia é linda. Sendo mais exata, Barra da Lagoa é linda. Dar de frente para aquele mar, caminhando em linha reta sem saber se aquele era o caminho certo, e BUM! oceano. As ondas batendo na areia, o vento mais forte e frio, quase ninguém ainda havia chegado. 8:50. A música do mar embalando meus passos, e mais uma vez gente que aqui na minha cidade eu passaria longe, tentando ajudar. 

Sinceramente, se eu pudesse tinha ficado. Mais alguns dias, talvez até o fim do mês, com certeza eu vou voltar.


Eu fiquei hospedada bem no centro da cidade em uma das ruas-calçadão, cheia de lojas e uma mini shopping que eu nem sabia que existia. Basicamente caminhei por toda Conselheiro Mafra e em busca de algo para chamar de almoço descobri várias lojas dentro do prédio. E até o McDonald's tinha arquitetura antiga.

Não comi no Mercado Público, mas passei na Casa da Alfândega para comprar Lembrancinha de Turista e entrei numa máquina do tempo quando encontrei o Palácio Cruz e Sousa.

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