Uma publicação compartilhada por Ludimila Ferreira (@ludfrrrg) em

O que dizer da peça? A peça, é a peça!

Fui assistir "Mulher de Juan" esperando uma reflexão sobre arte e ser uma mulher artista, saí de lá com medo de me tornar Helena, a mulher de Juan. Louca. Dependente. Psicopata. Mas ela não é nenhuma dessas coisas. Ela foi afetada, é verdade, mas temos várias interpretações, e no fim ela é só uma mulher que sentiu demais, transformou a dor em arte, uma coisa meio Frida. Não é pra ser bonito, não é para agradar. Arte não é para ser bonita, não é para agradar. Ouso dizer: em primeiro lugar, arte é a expressão do artista. 

"Sou artista, sou mulher."

E o clube do livro?


Nunca pensei que eu, por vontade própria, iria para um lugar desconhecido, interagir com pessoas desconhecidas. Mas isso foi antes de Floripa. Nunca estive tão à vontade. Eu amo a sensação de estar em um lugar onde ninguém me conhece e poder me apresentar sem o passado, sem os pré-conceitos, ser 100% eu mesma. Um lugar só meu. Me abrir e ao mesmo tempo falar de arte e literatura. A mesma sensação que tenho ao trabalhar de manhã. Liberdade. E ler os poemas tão atuais de Patrícia, que veja só, é de Minas Gerais. 

Performar. Querer participar e compartilhar.

Tão bom ser das artes.

2 Comentários

  1. eu sou louca pra participar de um clube do livro, mas acho que eu não daria chance pros outros falarem haha


    Blog Entre Ver e Viver

    ResponderExcluir