Ou: resumo do mês

Esse foi o mês em que eu provavelmente mais escrevi diários aqui no blog, e infelizmente não saí de casa por motivos de força maior. Interagi com seres humanos desconhecidos, e percebo a preguiça que tenho sentido de conhecer novas pessoas. Li dois livros e meio, sem vergonha de dizer que adoro Paulo Coelho. Tenho alguns projetos em mente os quais pretendo dar vida em dezembro. Já tenho meu Natal planejado, a roupa do Ano Novo escolhida -- verde para derrotar os hunos, voltei a me conectar com minha espiritualidade -- percebe que ela fica aflorada em épocas específicas do ano, e deus, estou extremamente cansada. Cansada, humilhada, porém feliz e exaltada. Os humilhados foram exaltados esse ano. "Happy, free, confused and lonely at the same time", no maior estilo Taylor Swift. Aproveitei a black fraude pra comprar um PC novo e os posts com imagens voltarão.

Todo resumo de novembro é quase uma retrospectiva do ano, dezembro é aquela festa constante, todo mundo Pollyanna, novembro, aquela quinta-feira às 21:00 quando você conta os minutos para ir embora, até que enfim o décimo terceiro caiu, e acabou.

Fotos? Em novembro só postei uma selfie de peruca. Todos os planos foram adiados porque achei que o 13º ia cair no dia 20, mas caiu hoje. Esse mês eu só existi. Li Clarice para o clube do livro que dessa vez não consegui ir pois o trabalho não deixou, fiz um milhão de pesquisas sobre a cultura irlandesa e os Celtas e estou fascinada, estou lendo Paulo Coelho de novo e nem pode ser chamado de guilty pleasure, gosto mesmo. Não terminei Bliss, saudades feriados. 

As aulas de Artes de Verdade™ começaram e eu tô animada pra caramba, tô amando, apesar da trabalheira. Talvez eu poste as atividades por aqui? Bem provável que sim. 

Saudades sair pra clicar. 

Novembro pode ser resumido é ócio, raiva, ranço, Tinder, literatura que faz pensar e Outlander. E esperança de dias melhores. 

Pra dezembro, descanso.

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