Chegou ela, a tão aguardada retrospectiva de 2017. Sinceramente, não sei o que escrever aqui. 2017 não foi um ano de coisas, foi de momentos, experiências, vivências, e tudo o que acontece dentro da gente. 

O ano pra mim começou de um jeito que prefiro evitar relembrar, foram tempos difíceis, os dois primeiros meses são um borrão atrás de tantas lágrimas e marcas na lente do óculos. Foi só em março que parou de chover - um pouco - e resolvi me permitir, abri as asas, tatuei minhas pombinhas (não são pombinhas), e o Loki entrou na família. As férias ajudaram. Abril fotografei e fui fotografada, e fui reconhecida no trabalho, e quero ser aquela gerente quando crescer. Em maio voltei pro casulo, mas fiquei por lá pouco tempo, com a chegada do inverno (curioso como saí do casulo nos meses da entrada do outono e do inverno) em junho, fiz até bastante coisa - boa e ruim. As ruins a gente tira de lição. Virei modelo de make e quero de novo. Caí de patins e ainda quero um patins pra chamar de meu. Quatro rodas de preferência. 


Julho, meu mês, pintei o cabelo de rosa, fiz uma limpeza de pele maravilhosa, comprei o domínio do blog e os girassóis chegaram. Agosto foi um mês para esquecer, tanto no trabalho quanto vida pessoal, apenas não. Literalmente o mês do desgosto, mas aí setembrou. Setembro chegou preparado pra atacar em plena sexta-feira, entrei de férias pela segunda vez no ano (sim!) e viajei sozinha para a belíssima Florianópolis. Agora toda vez que ouço You and I, da Lady Gaga me imagino cantando pra Floripa. Teve praia em Santa Catarina, teve Starbucks em Campinas/SP, teve Subway caríssimo no GRU, teve Virgina Woolf me acompanhando no avião, teve uma moça incrível me dando dicas de primeira viagem, teve o atendimento impecável da Azul Linhas Aéreas, teve diário escrito à mão, e teve minha primeira percepção de vida adulta comendo brócolis e gostando.

O último trimestre voou. Em outubro eu permaneci com ares catarinenses e fui em vários rolês legais, teve Banda Uó, teatro e clube do livro. Novembro foi quase um agosto², no trabalho a vontade de sair correndo gritando com os braços pro alto balançando foi grande. Porém graças à black fraude troquei de notebook e estou ultra feliz (afinal é um ultrabook - perdoa o trocadilho e não desiste de mim).

Esse ano não assisti ao Quebra-Nozes, meu clima natalino estava à nível de Grinch, virei adepta de vinhos com massas, incensos cheirosos para meditação, leituras mágicas e yoga (fiz só uma aula, hoje, porém temos tapetinho e vida saudável agora, migs). Em dezembro eu aprendi a pedir perdão. Fiz muita merda é verdade, e minhas únicas promessas são não repeti-las.


Gravei um vídeo breve de um resumão do ano, meu 2017 em 4 minutos e estou orando em todas as religiões pra não levar strike do youtube por causa do instrumental de Malibu, da Miley Cyrus, que reencontrei esse ano. Esse vídeo tem um pouquinho de tudo que amo e amei em 2017. O melhor livro do ano foi definitivamente Um teto todo seu, de Virginia Woolf. O melhor filme do ano foi Mulher Maravilha, e já disse que me arrependo de não ter ido ao cinema?

Faltam 15 minutos para a virada do ano e como diz minha camiseta motivacional da Renner: o melhor está por vir! Até daqui a pouco :)

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